cinema · resenha

A série Divergente: Convergente

convergenteTítulo Original: The Divergent Series: Allegiant | Gênero: distopia, aventura, ação| Duração: 121 min | País/Ano: EUA/2016 | Direção: Robert Schwentke | Distribuidora: Paris Filmes | Classificação: 12 anos
A mensagem de Edith Prior se propagou por toda Chicago e agora a população esta dividida, há os seguidores de Evelyn, os “leais” liderados por Johanna que insistem no sistema de facções e os que querem descobrir o que existe além do muro que os cerca.
 Tris, Quatro, Peter, Caleb, Christina e Tori novamente unem forças para escapar de Chicago cumprindo assim as instruções da mensagem.
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“A série Divergente: Convergente” é o terceiro filme da série, baseado no terceiro livro da trilogia distópica de Veronica Roth. Como seus anteriores (Harry Potter, Crepúsculo, Jogos Vorazes entre outros) tem o último livro dividido em duas partes, sendo esse o primeiro ponto negativo para o mesmo, não trazendo nada de novo ou surpreendente e continuando a sombra de seu arquirrival “Jogos Vorazes”.
Em “A série Divergente: Convergente” (título que rendeu o que falar) os efeitos são bem melhores do que os utilizados nos seus antecessores, embora não chegue a ser um atraente, mesmo assim como continuação o longa cumpre com sua obrigação, expande o universo explorado até então e situa as personagens na história que veem no novo a esperança de um mundo melhor.
Convergente peca ao retomar a receita de bolo de líder mau e mocinha salvadora da pátria de forma pouco intimista, visto que os ideais dos personagens são pouquíssimos explorados, o elenco veterano, embora um atrativos, torna-se então desnecessário.
Embora o universo tenha sido ampliado, os personagens não evoluem. Tris (Shailene Woodley) continua a mesma garota que foi iniciada na Audácia em Divergente, afobada demais para pensar em suas ações, Quatro (Theo James) continua apático, o que talvez seja reflexo da atuação limitada de James, Pete (Miles Teller) continua se vendendo pela maior oferta, sendo pouco confiante, embora devo acrescentar que suas falas são as melhores. Já Caleb (Ansel Elgort), Christina (Zoë Kravitz) e  Tori (Maggie Q) são pouco explorados e passariam despercebidos em várias cenas, gostaria de ter visto mais também das personagens Evelyn (Naomi Watts), Johanna (Octavia Spencer) e David (Jeff Daniels).
Uma guerra em Chicago, um confronto invisível e até mesmo inevitável no novo mundo são os cenários que se revesam ao longo do filme, com paisagens apocalípticas e futuristas Convergente quase acertou, mas com um texto fraco, atuações supérfluas e diálogos desnecessariamente repetitivos o filme continua sendo não um título pelo qual esperamos o ano inteiro, mas sim algo com o qual se distrair numa ida improvisada ao cinema.
02.05
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Um comentário em “A série Divergente: Convergente

  1. Concordo com a crítica, e acrecento que se for para ver adolecentes salvando o mundo eu vou assistir um anime, que os japas q começaram com a treta e eles q sabem como fazer certo

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