livros · resenha

Sir Arthur Conan Doyle – Um Estudo em Vermelho

em estudo em vermelho zaharTítulo original: A Study in Scarlet |  Autor: Arthur Conan Doyle| Editora: Zahar | Páginas: 192 | Ano: 2013 | ISBN: 9788537810873 | Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges| Próximo Volume: O Signo dos Quatro

O Dr. Watson acaba de regressar a Londres após ter servido ao exército no Afeganistão e está à procura de um lugar para morar, pois suas finanças são poucas e insuficientes para sustentar sua hospedagem no hotel, coincidentemente encontra um antigo assistente no bar, chamado  Stamford e que diz conhecer um homem em situação semelhante.

Stamford então propõe apresentá-lo a esse homem, embora deixe bem claro que trata-se de uma pessoa esquisita e sem igual, um excêntrico químico, conhecedor exímio de anatomia, mas sem diplomas.

Dr. Watson e Stamford vão ao laboratório do hospital onde encontram um empolgadíssimo Sherlock Holmes em meio a uma descoberta de seus experimentos. Logo Holmes mostra-se ainda mais impressionante ao fazer uma observação precisa sobre Watson, após isso os dois combinam de dividir o apartamento na Bakum estudo em vermelhoer Street,221B.

O tempo passa e cada dia Watson parece saber menos sobre as ocupações de Holmes, enquanto ele próprio mostra-se um livro aberto aos olhos de seu companheiro, por fim Holmes diz ser ocupante do único cargo de detetive no mundo, justificando sua surpreendente afirmação, mesmo assim Watson tem dúvidas de tal afirmação, até que o detetive chama-o para auxiliá-lo num caso.É então que embarcamos numa investigação ferrenha pelas ruas de Londres.

Dividido em duas partes “Um estudo em vermelho” primeiro apresenta as personagens principais e situa o leitor no contexto, na segunda trata de explicar os eventos ocorridos e até a própria solução do mistério, onde cada fato encaixa-se perfeitamente.

A construção de “Um estudo em vermelho” é impecável, com uma escrita direta as curtas páginas ganham ritmo e a leitura promove uma curiosidade insana no leitor. Quanto as personagens, elas são construídas como pessoas reais que possuem relações e passado que se encaixam harmonicamente em sua função na história.

Melhor citação:

O que fazemos neste mundo não importa. […] A questão é o que levamos as pessoas a acreditar que fizemos.

– Veja – explicou –, acho que o cérebro do homem é originalmente como um pequeno sótão vazio, que temos que abastecer com a mobília que escolhemos

Não há nenhum mistério nisso. Tudo que estou fazendo é aplicar na vida real os preceitos de observação e dedução.

5

 

 

 

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